quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Gancho com o poema de ontem.


Eu, por minha vez, preciso usar parte de meu tempo para reequilibrar  um sistema imunológico bombardeado pela indignação que sinto ao presenciar aqueles que…
Diariamente, mangueiras jorrando, lavam calçadas em displicente descuido…
Conduzem pelo meio das ruas e param em fila dupla seus carros desnecessariamente grandes…
Furam fila com a certeza de que todos os outros que nela estão são cegos ou mudos…
Estacionam em vagas para deficientes e saltam lépidos em ligeiros passos…
Atiram fora bagulhos diversos como se calçadas e ruas possuíssem função autolimpante…
Não cabe aqui a lista de condutas de “donos do mundo”  que me fazem lembrar algo que recebi via internet  que diz mais ou menos isto:
“ Precisamos pensar em que mundo  deixaremos para nossos filhos mas também em que filhos deixaremos para nosso mundo.”